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Filme Um sonho possível #drama #históriareal

O post irá contar fatos sobre os verdadeiros personagens que inspiraram o filme 'Um sonho possível' com Sandra Bullock...

A história de superação de Michael Oher, jogador do Baltimore Ravens da National Football League. Ele foi selecionado pelos Ravens na primeira rodada do Draft de 2009 da NFL. Oher jogou futebol americano universitário pela Universidade do Mississippi. Sua vida até seu primeiro ano na faculdade é o tema do livro de Michael Lewis, de 2006, The Blind Side: Evolution of a Game e do filme de 2009 "The Blind Side", lançado no Brasil com o nome "Um sonho possível", com a atriz Sandra Bullock. O atleta também jogou no Super Bowl.

Eu adorei o filme, comprei-o e já assisti várias vezes. É uma história linda que coloca a gente 'para cima'.

Michael Oher (altura 1,93m, 27 anos, 143kg) é um offensive tackle, jogador que protege o quarterback e dificilmente toca na bola. Suas dificuldades na infância levaram à ideia do longa, que rendeu a Sandra Bullock o Oscar de melhor atriz (e também o Golden Globe Awards 2010 pela interpretação de Leigh Anne Tuohy) em 2009. No filme, o ator de 29 anos Quinton Aaron (altura 2,03m) representa o jogador do Baltimore Ravens. 

A mãe de Michael Oher tinha problemas com álcool e drogas e seu pai vivia com imbróglios com a polícia. O garoto teve uma infância difícil, onde alternou momentos em abrigos e também viveu nas ruas.

Em 2004 foi adotado por um casal rico, que lhe deu condições de ter uma vida melhor, com estudos e o rapaz ganhou vigor físico, o que chamava atenção. Mais tarde, Michael Oher entrou na Universidade do Mississipi e foi draftado como 23ª opção do Baltimore Ravens em 2009. Desde a sua chegada à NFL, Oher participou de todos os jogos dos Ravens na temporada regular e nos playoffs e participou do Super Bowl (leia mais aqui).

Curiosidades:

Leigh Anne Tuohy, mãe adotiva de Michael Oher tem um programa que ajuda outros garotos sem família a serem adotados, chama-se Family Addition.

Sandra Bullock recusou o papel no filme três vezes, seu cachê foi de 5 milhões de dólares.

Nos dias que antecederam o Superbowl, o jogador foi constantemente questionado sobre o filme, o que o levou a desabafar: «Estou cansado do filme. Estou aqui para jogar futebol americano. O futebol americano é que me trouxe até aqui e no filme não era eu.

Oher na infância, passou por 11 escolas diferentes nos seus nove primeiros anos como estudante e vivia em abrigos ou na rua, até que conseguiu entrar numa escola de elite, cristã, depois de ter sido matriculado por um mecânico de automóveis, com quem vivia na época.

Oher nasceu em Memphis, no Tennessee, e é um dos 12 filhos de uma mãe viciada em álcool e drogas, e de um pai problemático. Na infância, passou por 11 escolas diferentes nos seus nove primeiros anos como estudante e vivia em abrigos ou na rua, até que conseguiu entrar numa escola de elite, cristã, depois de ter sido matriculado por um mecânico de automóveis, com quem vivia na época.
Em 2004, Oher conheceu Leigh Anne e Sean Tuohy, um casal rico, que resolveu adotá-lo e que lhe proporciou estudos com um professor particular. As notas melhoraram e o seu vigor físico chamou a atenção de várias universidades dos Estados Unidos. Optou por jogar no Mississipi.

Em 2009, foi a escolha número 23 dos Baltimore Ravens no draft (seleção de novos talentos) e o momento foi presenciado pela família Tuohy. Rapidamente, Oher tornou-se titular incontestável e tem vindo a afirmar-se como um dos elementos mais importantes dos Ravens, para além de grande protetor do quarterback Joe Flacco.
 
No início de 2012, Michael Oher lançou o livro “I Beat The Odds: From Homelessness to The Blind Side and Beyond” (em português, algo como “Eu venci as probabilidades: De sem-teto para The Blind Side [nome do livro e filme e além”), em que conta mais detalhes sobre sua infância e desmente alguns fatos do premiado filme.

Oher foi escolhido pelo Baltimore Ravens no Draft de 2009. Na ocasião, a família Tuohy, que adotou o jogador, estava presente para ver o filho tornando-se jogador profissional de futebol americano.
Com um contrato de cinco anos com o Baltimore Ravens, no valor de 13,8 milhões de dólares (cerca de R$ 28 milhões), Oher comprou carros e roupas para seus 11 irmãos de sangue. Sua mãe biológica, no entanto, vendeu todos os presentes e mandou uma mensagem raivosa para o offensive tackle. A relação dos dois continua conturbada, pois ela não aceita ajuda por parte de Oher e continua envolvida com drogas.

O roteiro conta a história de Michael Oher, atual offensive linemen do Baltimore Ravens, porém o personagem principal não gostou de algumas coisas mostradas e resolveu esclarecê-las ao escrever um livro.

I Beat The Odds: From Homelessness to The Blind Side and Beyond” livro lançado por Michael Oher, com a ajuda do experiente jornalista Don Yaeger (ex-editor da Sports Illustraded), Oher espera alcançar os objetivos traçados antes do seu projeto ser iniciado.

A primeira coisa que quer deixar bem clara é apagar a imagem perpetuada no filme que o mostra aprendendo as noções básicas do football. Oher faz questão de afirmar que não era tão iniciante assim no esporte, a ponto do Sean Jr. usar fracos de catchups para explicar como funcionam os bloqueios dentro do jogo. Michael, com bastante insistência ao longo do livro, ressalta que sempre jogou football e seu conhecimento sobre o esporte na adolescência já era bem satisfatório.
Esta mágoa perseguiu Oher desde o lançamento do filme. Demorou para ele assistir e assim que fez não gostou do que viu. Muitos questionavam sobre a veracidade dos fatos encenados e Michael ficava chateado ao ver um rapaz na tela que não lhe representava da maneira correta – segundo seu próprio julgamento. Então decidiu dar sua versão e como ele diz “separar o fato da ficção”.
Sua mãe adotiva, Leigh (foto acima), diz que o filme é bem preciso e Oher não tenta desmentir, apenas busca expor sua visão dos episódios ocorridos, batendo forte na tecla da “inteligência”. Em certo momento no livro ele menciona o último semestre no ensino médio no qual foi eleito para o honor roll (grupo de alunos que tiram nota A com frequencia) e ratifica que este é seu maior feito; mesmo comparando com a escolha na primeira rodada do draft da NFL.

Essa questão talvez tenha sido a única escorregada do produtor Gil Netter, pois em todas as outras ele foi bem fiel ao livro do Michael Lewis “The Blind Side”, destacando as interações entre Oher e os Tuohy. Netter foi escalado por ter feito uma bela adaptação cinematográfica de outro livro, “Marley e Eu”, e seu trabalho em “Um Sonho Possível” é, em grande parte, irrefutável.

I Beat the Odds (livro)” então serve como complemento, um convite para os que querem conhecer mais um pouco sobre a pessoa que ensina tanto somente por viver. O segundo objetivo principal do livro, aliás, é encorajar as mais de 500 mil crianças órfãs que vivem nos EUA. Por mais que este seja o seu alvo, evidentemente que tantas outras milhares de crianças pelo mundo afora vão ouvir o que ele tem a dizer.

Uma frase ficou ligada a Oher dita pelo seu pai adotivo Sean, atestando a capacidade do seu filho de esquecer os problemas e seguir em frente. Porém, para escrever esse livro, Oher fez uma viagem ao passado, reencontrou com pessoas que o fizeram lembrar das adversidades enfrentadas, das dificuldades vividas. Yaeger o ajudou nesta questão, marcando encontros com gente que participou da infância de Oher. Tudo para traçar sua trajetória antes de conhecer os Tuohy, antes do final feliz. Coisas em torno disto são discutidas por Oher, encorajando aqueles que vivem situação parecida pela qual ele passou. Enfatiza o desejo de mudar e sair donde estava; nada o impediria de ser alguém.
Oher ganhou um pai, uma mãe, uma irmã, um irmão, porém ele nunca esqueceu sua família natural. Assim que recebeu primeiro salário na NFL, comprou carros e roupas para seus irmãos de sangue, mas sua mãe biológica vendeu tudo e deixou uma mensagem raivosa para Oher. Ele sempre buscou ajudá-la, mas ela não quer nenhum auxílio e ainda continua envolvida com drogas. Este assunto o entristece e ele não entra em muitos detalhes.
Ao término do livro é nítido notar que Oher cumpre as metas que imaginou quando esboçou os primeiros rascunhos. No livro de Michael Lewis ele contou sua história (até 2006) para o renomado autor, mas em “I Beat the Odds” a primeira voz impera e acaba se tornando uma conversa bem pessoal sobre o que verdadeiramente pensa o camisa 74 do BaltimOHER Ravens.

Destaco aqui uma passagem do livro que resume bem a vida de Oher:

Quando criança, sempre senti que DEUS tinha um plano especial para mim. Agora eu sei qual é. Não era me tornar um jogador profissional; era para que eu fosse um exemplo para as crianças iguais a mim que sentem falta de uma pessoa em suas vidas. ELE quer me usar para mostrar a todos que qualquer um pode ser bem sucedido, não importa quem eles sejam ou qual sua história. Precisei confiar no plano e ser ativo nele, parte real para fazer acontecer. Tive que acreditar que era possível mesmo quando não parecia, e me dedicar mesmo que aparentemente fosse em vão.
(trecho do livro “I Beat The Odds: From Homelessness to The Blind Side and Beyond”)
Fonte: http://www.foxsports.com.br 

Michael Oher nasceu em na cidade do Memphis no estado ou provincia de Tennessee que se encontra no pais Estados Unidos.
Detalhes sobre o filme: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-132048/
O facebook de Michael Oher é http://www.facebook.com/MichaelOher
Twitter de Michael Oher e http://twitter.com/MichaelOher
Facebook da Leigh Anne: http://www.facebook.com/TheLeighAnneTuohy?fref=ts

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Informações: internet
Fotos: internet
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